Trissomia do cromossomo 21. Essa condição genética, presente na espécie humana desde a nossa origem, foi descrita pela primeira vez há mais de 150 anos, quando o médico John Langdon Down a descreveu pela primeira vez como um quadro com identidade própria. É em homenagem a esse médico que essa condição passou a ganhar o nome pela qual ela é mais conhecida: Síndrome de Down.
Com o passar dos anos, muito conhecimento foi adquirido sobre a Síndrome de Down, inclusive sobre suas origens. Mas mesmo com tantas descobertas, uma coisa ainda não mudou. As pessoas com Síndrome de Down ainda sofrem com o preconceitos dentro da sociedade, não recebendo o respeito e a inclusão que merecem e que precisam. Um dos primeiros erros sofridos por essa população é ter a síndrome tratada como uma doença, quando é, na verdade, uma condição genética inerente à pessoa.
É para trazer luz para essa realidade que a ONU reconheceu o dia 21 de Março como o Dia Internacional da Síndrome de Down, numa referência a condição genética que caracteriza a síndrome. É importante conscientizar toda a população para quebrar o estigma social, desmistificando achismos e trazendo informações reais sobre a Síndrome de Down. Além de trazer a necessidade de direitos igualitários e políticas públicas que possam proporcionar bem-estar para uma comunidade tão grande no Brasil. Segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, aproximadamente 300 mil brasileiros nascem com essa condição. Vamos juntos fazer a nossa parte por um mundo com mais respeito?
